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CÉLULA TRONCO

“A amortalidade já é quase uma realidade palpável” (RAUL CANAL)

celula tronco

Cuidar de quem cuida. Essa tem sido, nos últimos 23 anos, a principal das atribuições da Anadem (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética).

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A busca por longevidade, associada a uma boa qualidade de vida, acompanha a história da humanidade desde o início dos tempos. Ao longo dos últimos 50 anos aumentamos nossa expectativa de vida em todo o mundo em aproximadamente 30 anos. Muito disso se deve às pequenas mudanças de hábitos, grandes desenvolvimentos científicos e clínicos que permitiram a implementação de medidas de prevenção, controle e tratamento cada vez mais eficazes para as chamadas doenças infectocontagiosas.

Naqueles locais onde tais medidas conseguiram se estabelecer, considerando os aspectos socioeconômicos e culturais envolvidos, essas doenças respondem hoje por cerca de 5% dos índices de mortalidade. Contudo, ainda há muito a ser feito e, hoje, as chamadas doenças degenerativas representam um grande desafio a ser vencido, para que possamos seguir adiante com o propósito de vivermos bem e mais.

As células-tronco adultas mesenquimais se apresentam como importante instrumento dentro do universo da Medicina e Odontologia Regenerativas, pois são células que, a despeito de serem inespecíficas, apresentam grande capacidade de multiplicação, diferenciação em células formadoras/constituintes de tecidos especializados e competência imunomodulatória. Há uma enorme quantidade de fontes de onde podem ser isoladas células-tronco adultas mesenquimais, tais como: medula óssea (Friedenstein, Piatetzky et al., 1966); tecido adiposo (Zuk, Zhuet al., 2001; Zuk, Zhu et al., 2002); músculo esquelético (Noth, Tuli et al., 2002; Wada, Inagawa- -Ogashiwa et al., 2002); músculo orbicular labial (Bueno, Kerkis et al., 2009); polpa dentária (Gronthos, Mankani et al. 2000); e derme (Toma, Akhavan et al., 2001).

Essas células vêm sendo consideradas pela comunidade clínica e científica mundial sob diferentes propostas, que vão desde o uso in vitro, por meio da produção de mini órgãos funcionais a partir de células-tronco com o objetivo de estratificar doenças e desenvolver protocolos terapêuticos específicos, previsíveis e eficazes, até o uso em terapias celular e avançada, com fins regenerativos.

O papel das células-tronco como um importante instrumento para a Medicina e a Odontologia Regenerativa vem sendo consolidado sob diferentes perspectivas em todo o mundo. No Brasil, especialmente a partir de 2018, os avanços regulatórios em curso, capitaneados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), trouxeram grande estímulo ao desenvolvimento e à entrega de soluções à sociedade, por meio de aplicações em terapia celular, terapia avançada e terapia genética.

O crescente engajamento das comunidades científica e clínica, vem criando uma nova realidade relacionada à pesquisa, proporcionando, com isso, ótimas expectativas quanto à atuações profissionais alinhadas a esses novos conhecimentos e tecnologias, no âmbito da promoção de saúde.

 

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imagem celula tronco

HISTÓRICO

As primeiras células-tronco foram descobertas nos anos 1900, quando notou-se a capacidade de algumas células se diferenciarem em glóbulos vermelhos. Em 1908, o histologista russo, Alexander Maksimov, propôs o termo “célula-tronco”. Na década de 50, foi realizado por Edward Donnall Thomas, o primeiro transplante de medula óssea. Em 1961, James Till e Ernest McCulloch apontaram a existência de células-tronco hematopoiéticas na medula óssea de camundongos, abrindo perspectiva para a compreensão dos mecanismos envolvidos nesses transplantes.

A descoberta de células-tronco hematopoiéticas em 1978, ocorreu devido ao transplante de medula óssea entre dois irmãos, em 1968, para tratar com sucesso um caso de imunodeficiência combinada grave. Entre as décadas de 70 e 80, a equipe do Professor Alexander Friedenstein, estudando CTNs, demonstrou a capacidade de autorrenovação e diferenciação dessas células, atraindo a atenção da comunidade científica à necessidade de promover pesquisas voltadas para o uso, de forma direcionada e previsível, desse material biológico.

A descoberta de células-tronco hematopoiéticas em 1978, ocorreu devido ao transplante de medula óssea entre dois irmãos, em 1968, para tratar com sucesso um caso de imunodeficiência combinada grave. Entre as décadas de 70 e 80, a equipe do Professor Alexander Friedenstein, estudando CTNs, demonstrou a capacidade de autorrenovação e diferenciação dessas células, atraindo a atenção da comunidade científica à necessidade de promover pesquisas voltadas para o uso, de forma direcionada e previsível, desse material biológico.

 

APLICAÇÕES DAS CÉLULAS-TRONCO

• Estratificação de pacientes: utilização de células-tronco para recriar uma doença específica em laboratório (Alzheimer, autismo, Parkinson, etc.) e, assim, permitir uma investigação mais detalhada, para que novos tratamentos possam ser desenvolvidos.

• Desenvolvimento e testes de medicamentos: utilização de células-tronco para gerar tecidos ou órgãos de interesse para o desenvolvimento e testes de novos medicamentos, permitindo uma avaliação local e sistêmica minimizando a necessidade de ensaios em animais e humanos.

• Geração de órgãos funcionais em laboratório: por meio do direcionamento da diferenciação de células-tronco associadas a um arcabouço específico (órgão previamente descelularizado), gerando órgãos funcionais e imunologicamente compatíveis.

• Terapia celular: por meio do transplante ou injeção de células-tronco vivas, diferenciadas ou não, em um paciente, a fim de substituir ou regenerar células ou tecidos danificados.

 

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